Organization and functioning of the health gym program in the city of Camaragibe-PE

  • Juliana Lucena Study Group on Policies of Health, Sports and Leisure. Recife, Pernambuco. Brazil. University of Pernambuco. Department of Physical Education. Recife, Pernambuco. Brazil. https://orcid.org/0000-0002-5238-1015
  • Leonardo Saturnino Study Group on Policies of Health, Sports and Leisure. Recife, Pernambuco. Brazil. Recife Military School. Physical Education Section. Recife, Pernambuco. Brazil. http://orcid.org/0000-0001-8078-4615
  • Vilde Menezes Post Graduation Program of the Federal University of Pernambuco. Department of Physical Education. Recife, Pernambuco. Brazil. https://orcid.org/0000-0002-4006-2711
  • Wallacy Feitosa Study Group on Policies of Health, Sports and Leisure. Recife, Pernambuco. Brazil. Recife Military School. Physical Education Section. Recife, Pernambuco. Brazil. Post Graduation Program of the Federal University of Pernambuco. Department of Physical Education. Recife, Pernambuco. Brazil. https://orcid.org/0000-0003-0148-8880
  • Flávio Guarda Study Group on Policies of Health, Sports and Leisure. Recife, Pernambuco. Brazil. Federal University of Pernambuco. Vitória de Santo Antão, Pernambuco. Brazil. Post Graduation Program of the Federal University of Pernambuco. Department of Physical Education. Recife, Pernambuco. Brazil. https://orcid.org/0000-0002-9214-7784
Palavras-chave: Health evaluation, Health programs, Primary health care, Brazilian Public Health System, Brazil

Resumo

A avaliação de políticas e programas de saúde configura-se como uma importante ferramenta para a tomada de decisão. Entre os instrumentos utilizados para esse fim, destaca-se o Modelo Lógico, o qual estabelece uma referência visual a respeito da articulação entre os insumos, atividades e resultados esperados para uma intervenção. O objetivo deste estudo foi avaliar a organização das ações e o funcionamento do Programa Academia da Saúde (PAS) no município de Camaragibe (Pernambuco) utilizando um modelo lógico. Obser- vou-se que as ações do PAS alinham-se a algumas diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Saúde quanto à articulação com outros serviços da atenção primária e incentivo à adoção de estilos de vida ativos por parte da população, porém, não atendem as recomendações quanto aos turnos de funcionamento e carga horária dos profissionais que atuam no polo. As ações do PAS em Camaragibe têm potencial para ampliar o escopo de abordagens multiprofissionais com vistas à integralidade do cuidado.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

1. Hartz ZMA. Avaliação em saúde: dos modelos conceituais à prática na análise da implantação de programas. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 1 ed. 1997.
Costa PHAd, Colugnati FAB, Ronzani TM. Avaliação de serviços em saúde mental no Brasil: revisão sistemática da literatura. Ciênc Saúde Coletiva. 2015;20:3243-53.
3. Ministério da Saúde (Brasil). Portaria no 2.681, de 7 de novembro de 2013. Rede ne o Programa Academia da Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Diário Oficial da União 8 nov 2013; Seção 1.
4. Rover MRM, Vargas-Pelaez CM, Manzini F, Mendes SJ, Farias MR, Leite SN. Modelo Teórico e Lógico para avaliação da capacidade de gestão do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica. Rev. Gestão & Saúde. 2016;07(01):191-10.
5. Cassiolato M, Gueresi S. Como elaborar Modelo Lógico: roteiro para formular programas e organizar avaliação. Brasília: IPEA; 2010. Disponível em:http://www.ipea.gov. br/portal/images/stories/PDFs/100924_notatec6disoc.pdf. Acesso em: 16 set 2017.
6. Tanaka OY, Melo C. Uma proposta de abordagem transdisciplinar para avaliação em Saúde. Interface - Comunic, Saúde, Educ. 2000;4:113-8.
7. Miclos PV, Calvo MCM, Colussi CF. Avaliação do desempenho da Atenção Básica nos municípios brasileiros com indicador sintético. Saúde em Debate. 2015;39:984-96.
8. Brasil. Instituto Brasileiro de Geogra a e Estatística. IBGE. Censo Demográfico 2010. Disponível em: https://cidades. ibge.gov.br/brasil/pe/camaragibe/panorama. Acesso em: 11 dezembro 2017.
9. Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde. Estatísticas de morbidade hospitalar no município de Camaragibe-PE. Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?sih/cnv/nrpe.def. Acesso em: 13 Dez 2017.
10. Malta DC, Silva Jr JBd. O Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis no Brasil e a definição das metas globais para o enfrentamento dessas doenças até 2025: uma revisão. Epidemiol. Serv. Saúde. 2013;22:151-64.
11. Guarda FRB, Silva RN, Feitosa WMN, Neto PMS, Júnior JLACA. Caracterização das equipes do Programa Academia da Saúde e do seu processo de trabalho. Rev Bras Ativ Fis Saúde; 2015;20(6):638-40.
12. Rodrigues JD, Ferreira DKS, Junior JCF, Caminha IO, Florindo AA, Loch MR. Per l e atuação do Pro ssional de Educação Física nos Núcleos de Apoio à Saúde da Família na região metropolitana de João Pessoa, PB. Rev Bras Ativ Fis Saúde. 2015;20(4):352-65.
13. Guarda FRB, Silva RN, Silva SM, Santana PR. A atividade física como ferramenta de apoio às ações da Atenção Primária à Saúde. Rev Bras Ativ Fís Saúde. 2014;19(2):265-70.
14. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Diretrizes do NASF: Núcleo de Apoio a Saúde da Família / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília: Ministério da Saúde, 2010.
15. U.S. Department of Health and Human Services. Physical Activity Evaluation Handbook. Atlanta: Centers for Disease Control and Prevention; 2002.
Publicado
05-07-2018
Seção
Do Diagnóstico à Ação: Experiências em Promoção de Atividade Física e Saúde