Efeito do treinamento físico aeróbio sobre a reativação vagal cardíaca em jovens sedentárias

Autores

  • Mário Augusto Paschoal
  • Tuanny Teixeira Pinheiro
  • Gabriela Mariani Brigliador
  • Thaís Maria Alvarenga Caruso
  • Layse Nakazato Guedes de Lima

DOI:

https://doi.org/10.12820/rbafs.v.17n5p403-413

Palavras-chave:

Sistema nervoso parassimpático, Exercício, Frequência cardíaca.

Resumo

O objetivo foi comparar o comportamento parassimpático cardíaco durante a fase de recuperação de um exercício incremental (EI), realizado antes e após programa de treinamento aeróbio (TA). Para isso, 15 jovens sedentárias saudáveis, com idades entre 18 e 25 anos, se submeteram a um EI em esteira, com velocidade inicial de 4,0Km/h e acréscimos de 1,0Km/h/min, até atingirem a exaustão. Após, seus batimentos cardíacos foram registrados durante 10min e enviados a um computador para processamento da análise da variabilidade da frequência cardíaca (VFC), pelos índices pNN50, RMSSD e AF (u.n.) dos tempos 0-5min e 5-10min pós-esforço. Depois, submeteram-se a um TA de 12 sessões de 40min com intensidade equivalente a 65% da FC pico. Após, o EI foi repetido até que atingissem a mesma velocidade do EI da fase pré TA. Os dados pré e pós TA foram comparados por meio do teste de Kruskal-Wallis. As análises da VFC 0-5min e VFC 5-10min, não mostraram diferença entre os dados, com: a) 0-5min: pNN50 (0,3±0,7 % pré TA e 0,4±1,1 % pós TA), RMSSD (8,4±5,5ms pré TA e 9,6±7,5ms pós TA), AF(u.n.) 27,6±17,0% pré TA e 28,2± 13,8% pós TA); e b) 5-10min: pNN50 (0,1±0,4 % pré TA e 0,4±0,8 % pós TA), RMSSD (8,0±4,6ms pré TA e 10,6±7,9ms pós TA), AF(u.n.) 27,6±18,3% pré TA e 29,8± 17,5% pós TA). A aplicação do programa de TA de curta duração não se mostrou efetiva na ampliação da interferência do sistema nervoso parassimpático sobre o coração durante a fase de recuperação após EI.

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Publicado

2013-04-03

Como Citar

1.
Paschoal MA, Pinheiro TT, Brigliador GM, Caruso TMA, Lima LNG de. Efeito do treinamento físico aeróbio sobre a reativação vagal cardíaca em jovens sedentárias. Rev. Bras. Ativ. Fís. Saúde [Internet]. 3º de abril de 2013 [citado 8º de dezembro de 2021];17(5):403-1. Disponível em: https://www.rbafs.org.br/RBAFS/article/view/2181

Edição

Seção

Artigos Originais